Sincronizando seu cérebro e relógios biológicos

A exposição à luz pomposo sincroniza o relógio circadiano médio do nosso cérebro, enquanto o horário adequado das refeições ajuda a sincronizar o tempo dos diferentes genes do relógio em todo o resto do nosso corpo.

Um dos avanços mais importantes dos últimos anos tem foi a invenção de “relógios periféricos”. Nós temos conhecido durante décadas em torno do relógio médio – o chamado núcleo supraquiasmático. Ele fica no meio do nosso cérebro, logo supra do lugar onde nossos nervos ópticos se cruzam, permitindo que ele responda ao dia e à noite. Agora também sabemos lá são relógios semiautônomos em quase todos os órgãos do nosso corpo. Nosso coração funciona com um relógio, nossos pulmões funcionam com um relógio e nossos rins também, por exemplo. Na verdade, até 80% dos genes do nosso fígado são expresso em um ritmo circadiano.

Todo o nosso trato estomacal é, também. A taxa de esvaziamento do estômago, a secreção de enzimas digestivas e a sentença dos transportadores no revestimento intestinal para aspirar açúcar e gordura circulam 24 horas por dia. O mesmo acontece com a capacidade da nossa gordura corporal de aspirar calorias extras. A maneira porquê conhecemos esses ciclos é dirigido pelos relógios locais, em vez de sermos controlados pelo nosso cérebro, é que podemos fazer biópsias cirúrgicas de gordura, colocá-las numa placa de Petri e observá-las continuar a ritmo.

Toda essa conversa sobre relógio não é exclusivamente curiosidade biológica. Nossa saúde pode depender de manter todos eles sincronizados. “Imagine uma gaiato jogando em um balanço.” Imagine-se empurrando, mas você se distrai com o que está acontecendo ao seu volta no parquinho e para de prestar atenção no momento do empurrão. Portanto, você esquece de repuxar ou empurra muito cedo ou muito tarde. O que acontece? Fora de sincronia, o balanço torna-se errático, retarda ou até para. É o que acontece quando viajamos por vários fusos horários ou temos que trabalhar no vez da noite.

O “empurrador” neste caso são os sinais de luz que caem sobre nossos olhos. Nosso ritmo circadiano destina-se a receber um “empurrão” da luz pomposo todas as manhãs ao amanhecer, mas se o sol nascer em um horário dissemelhante ou se estivermos expostos à luz pomposo no meio da noite, isso pode desequilibrar nosso ciclo. sincronizar e nos deixar mal-humorados. Esse é um exemplo de incompatibilidade entre o envolvente extrínseco e o nosso relógio médio. Os problemas também podem surgir de um desalinhamento entre o relógio médio do nosso cérebro e todos os outros relógios dos órgãos do nosso corpo. Uma ilustração extrema disso é um notável conjunto de experimentos sugerindo que até nosso cocô pode suportar de jet lag.

Uma vez que você pode ver aquém e às 2:31 no meu vídeo Uma vez que sincronizar seu relógio circadiano médio com seus relógios periféricosnosso microbioma parece ter seu próprio ritmo circadiano.

Mesmo que as bactérias estejam baixas onde o sol não brilha, há uma oscilação diária tanto na opulência quanto na atividade bacteriana em nosso cólon, porquê você pode ver no gráfico aquém e às 2:43 no meu vídeo. Interessante, mas quem se importa? Todos nós deveríamos.

Veja isso: se você colocar pessoas em um avião e levá-las para outro lado do mundo, e depois nutrir ratos com cocô, esses ratos engordarão mais do que ratos alimentados com fezes antes do voo. Os pesquisadores sugerem que a flora engorda foi consequência do “desalinhamento circadiano”. Na verdade, várias linhas de evidência agora implicar “cronodisrupção” – o estado em que nossos relógios centrais e periféricos divergem fora de sincronia – porquê jogando um papel em condições porquê o envelhecimento prematuro e o cancro, muito porquê variando para outros, porquê transtornos de humor e obesidade.

A exposição à luz pomposo é o empurrador de sincronização do nosso relógio médio. O que unidades nossos relógios internos que não estão expostos à luz do dia? Ingestão de víveres. É por isso que o horário das nossas refeições pode ser tão importante. Pesquisadores removido todos os sinais externos de tempo, mantendo os participantes do estudo sob luz fraca ordenado e descobri que você poderia efetivamente dissociar os ritmos centrais dos periféricos exclusivamente mudando os horários das refeições. Eles fizeram coletas de sangue a cada hora e biópsias da gordura dos participantes a cada seis horas para provar a desordem metabólica resultante.

Assim porquê a luz da manhã pode ajudar a sincronizar o relógio médio do nosso cérebro, refeições matinais pode ajudar a sincronizar nossos relógios periféricos em todo o resto do corpo. Pular o moca da manhã perturba a sentença e o ritmo normais desses genes do relógio, o que coincide com efeitos metabólicos adversos. Felizmente, eles podem ser revertidos. Pegar um grupo de pessoas que não tomam moca da manhã habitual e fazem com que façam três refeições às 8h, 13h e 18h, e seu colesterol e triglicerídeos melhorem, em verificação com as refeições cinco horas depois, às 13h, 18h e 23h. Lá é também um ritmo circadiano para a síntese de colesterol no corpo, que também é “fortemente influenciado pela ingestão de víveres”. Isto é evidenciado pela queda de 95% na produção de colesterol em resposta a um único dia de jejum. É por isso que uma mudança no horário das refeições de exclusivamente algumas horas pode resultar em uma queda de 20 pontos no colesterol LDL, graças às refeições mais cedo, porquê você pode ver aquém e às 17h no meu vídeo.

Se a exposição à luz e o horário das refeições ajudam a manter tudo sincronizado, o que acontece quando as nossas circunstâncias nos impedem de manter um ciclo diurno normal? Vamos desenredar em Os danos metabólicos dos turnos noturnos e das refeições irregulares. Se você está exclusivamente entrando na série, não deixe de conferir as postagens relacionadas aquém.

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